"Bancada da oposição se calou quando cobrei votação do Plano Diretor", afirma Agamenon

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Agamenon Durante o primeiro discurso de 2016 na Câmara Municipal de Aracaju (CMA), o vereador Agamenon Sobral (PHS) agradeceu mais uma vez aos votos que teve, ressaltando que inicia o último ano de mandato com satisfação. O parlamentar aproveitou o espaço para falar sobre o Plano Diretor (PD) de Aracaju.
 
O parlamentar repercutiu entrevista dada a um programa de rádio local pelo vereador Bertulino Menezes (PSB) sobre o PD. "Ontem ouvi um pronunciamento que me deixou entristecido, um vereador disse que o Plano Diretor não andou nesta casa porque aqui tinha uma bancada do cimento, mas todos são testemunhas de que eu desafiei a oposição do Paraguai para que trouxéssemos o PD para esta casa e essa mesma oposição ficou calada, ninguém se movimentou. Agora vão para as rádios dizer tem a bancada do cimento".
 
Professores
Ainda em seu discurso, Agamenon criticou as manifestações feitas pelos professores da rede municipal de ensino. “É com pesar que a gente lê uma matéria como essa: Professores Fazem Aula Pública para Prefeito. Professores do município que são pagos corretamente, recebem o piso e ainda fazem protesto. Prefeito, o senhor deveria fazer como o governador: não pagar, porque só assim eles iriam respeitar o povo. Se não tivessem recebendo o povo eu até poderia apoia a manifestação”, reclamou.
 
O parlamentar ainda falou sobre a falta de compromisso de alguns professores. “É como a gente vem dizendo desde o início do nosso mandato, existem muitos professores que não respeitam o povo e só querem saber o dinheiro no bolso. 75% dos professores não respeitam o ensino público e aqui trago mais um exemplo disso: professor Roosevelt Batista, esse cidadão é professor do estado que ensina em Neópolis e do município de Laranjeiras, quando ele vai para uma escola, falta na outra. Esse é mais um dos professores que contribuem para que o ensino público esteja na lama”.
 
O parlamentar falou também sobe o início do ano letivo de 2016. “Hoje, dia 17 de fevereiro o ano letivo de 2015 ainda não acabou e já tem greve marcada para o dia 17 de março, isso é uma esculhambação. Ou os governantes tomam uma providência ou o ensino público nunca vai melhorar. Desde 2009 que o ano letivo não termina no ano recorrente”.
 

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